
#029 - Chegamos no AGI? Benchmarks, agentes e o futuro do compute
No EP 29, Flávio Pripas e Rodrigo Conde discutem o que muda quando modelos de fronteira deixam de ser apenas chatbots e passam a executar trabalho por horas, usar o computador, navegar interfaces e operar ferramentas.
A conversa parte do GPT-6 Astra e do Claude Fable 5.1, mas vai além dos placares: o que benchmarks como ARC-AGI-3, FrontierMath e ExploitBench realmente medem? Quando um resultado mede o modelo — e quando mede também o harness, as ferramentas e o orçamento de inferência?
Também entram na pauta os limites práticos dos agentes: ganho real em codebases conhecidas, tarefas de suporte resolvidas no navegador, overengineering e a importância de definir bem o escopo. Na segunda metade, eles analisam a aquisição pendente da Hugging Face pela NVIDIA, a tensão entre open source e neutralidade de plataforma, e por que compute local pode se tornar infraestrutura estratégica para empresas — especialmente no Brasil.
Neste episódio:
- GPT-6 Astra, Claude Fable 5.1 e a discussão sobre AGI;
- benchmarks versus o “benchmark próprio” do trabalho real;
- computer use, agentes persistentes e limites de autonomia;
- overengineering: quando modelos muito capazes passam do ponto;
- NVIDIA, Hugging Face, hardware local e a geopolítica do compute;
- o modelo híbrido: processamento perto, inteligência de fronteira quando necessária.
Entre na conversa e acompanhe as notas completas do episódio no site do Between Futures.
Tópicos (2)
- 01GPT-6 Astra e Claude Fable 5.1: chegamos à AGI ou à era dos lançamentos contínuos?
- 02NVIDIA compra a Hugging Face: quem controla a praça pública da AI aberta?